• MERCADO
    por Márcia Alves 

 

 

 

A era das gasolinas mais eficientes

 

Novas gasolinas prometem maior desempenho de motores e menor consumo.

 

Duas novas opções de gasolinas mais eficientes estão no mercado. A Shell desenvolveu a nova Shell V-Power (conhecida nos postos como V-Power Nitro+), sua mais recente fórmula para a gasolina aditivada, que promete, já no primeiro abastecimento, limpar a maior parte dos resíduos acumulados no motor. Com tecnologia Dynaflex, exclusiva da Shell, a gasolina é recomendada para veículos de alto desem­penho, como os esportivos, por causa da alta octanagem – 91 octanas IAD (Anti Detonante) e 98 RON (Research Octane Number).

 

Além disso, essa gasolina conta com nova geração de aditivo para redu­ção do atrito interno das partes móveis do motor, o que ajuda a melhorar a performance nas acelerações e nas retomadas e contribui para a redução no consumo de combustível. O engenheiro de combustíveis da Raízen, Gil­berto Pose, garante que a utilização do produto por três vezes consecutivas restabelece por completo o bom funcionamento do motor, removendo a sujeira acumulada pelo consumo frequente de gasolina comum.

 

A Ipiranga oferece a Octapro, gasolina de alta octanagem, que substi­tuiu a Original Premium, e também promete, nos primeiros abastecimen­tos, maior potência e melhor desempenho do motor. Desenvolvida espe­cialmente para os veículos mais potentes, a gasolina possui octanagem de aproximadamente 96 IAD e 102 pelo método RON, padrão europeu. A empresa assegura que o combustível pode gerar mais limpeza e eco­nomia. “A Octapro é uma opção para o motorista que busca o máximo de desempenho do motor, por meio de um combustível de alta tecnologia”, afirma o diretor de varejo da Ipiranga, Jeronimo Santos.

 

Evolução da gasolina

A evolução da indústria automo­bilística brasileira e a necessidade de reduzir emissões exigiram a moder­nização da nossa gasolina. Os marcos mais importantes foram a eliminação (em 1992) do chumbo tetra-etila (responsável pela octanagem, mas cancerígeno e abolido em quase to­dos os países) e a redução (em 2014) do teor de enxofre, de 800 para 50 PPM. Desde 2002, a Petrobras lançou a Podium, que apresenta 102 octanas (RON, ou 95 IAD) e teor de enxofre máximo de 30 ppm.


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