• MERCADO
    por Cristiane Collich Sampaio

Gilbarco-Veeder-Root integra atividades em novas instalações

 

A empresa investe pesado em novas instalações, na internalização de todas as atividades e no desenvolvimento de tecnologias para prevenção de fraudes em bombas.

 

Enquanto a maioria das empresas do país congela investimentos, há quem procure se preparar para a retomada do crescimento, como a Gilbarco Veeder Root. Assim, no dia 4 de abril, a empresa apresentou ao mercado suas novas instalações, localizadas em Tamboré, em Barueri (RMSP).


A unidade – que ocupa um espaço de 5.500 m², e exigiu investimentos da ordem de R$ 10 milhões – passou a integrar em um único endereço todas as suas atividades, que antes estavam distribuídas entre as plantas de Guarulhos (RMSP) e da capital. “A unificação permitiu que houvesse maior sinergia entre as áreas – que, em conjunto, opinaram sobre o projeto da fábrica, o qual foi desenvolvido em apenas seis meses – e, assim, maior eficiência”, revelou Hector Trabucco, diretor executivo da empresa para a América Latina e o Caribe.


A região foi escolhida pelo fácil acesso à Rodovia Castello Branco e ao Rodoanel, e pela qualidade de vida oferecida pelo município, tanto que, dos 170 funcionários de Guarulhos, apenas três não acompanharam a transferência para Tamboré.


“Agora, o prazo para a entrega de uma bomba caiu para 10 dias, período que pode ser reduzido para sete dias, em caso de urgência, pois toda produção é interna”, afirmou Trabucco. A nova fábrica, tida como a mais avançada da empresa no mundo, tem capacidade de produção de 20.000 bombas/ano.


À prova de fraudes

Este ano, antecipando-se ao prazo de adequação determinado pela Portaria nº 559/2016 do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), de 36 meses, a Gilbarco Veeder Root solicitou ao órgão a certificação de novo equipamento que, conforme assegura o diretor executivo Hector Trabucco, é o mais seguro do mercado neste momento. O novo dispositivo eletrônico prevê a numeração dos componentes e criptografia interna de dados, com a adoção de senhas praticamente indecifráveis. “Futuramente, as bombas serão equipadas com chip de assinatura digital, um segundo passo.”

 

 

 


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